Intenção do Papa para outubro: por mais mulheres em cargos de decisão na Igreja

Em “O Vídeo do Papa” de outubro, mês missionário, o Papa Francisco faz um apelo à promoção de uma maior integração dos fiéis leigos, especialmente das mulheres, nas instâncias de responsabilidade da Igreja.

“Rezemos para que, em virtude do batismo, os fiéis leigos, em especial as mulheres, participem mais nas instâncias de responsabilidade da Igreja, sem cair em clericalismos que anulam o carisma laica.”

Por esta intenção, o Papa Francisco pede que rezemos neste mês de outubro e destaca o papel dos leigos e leigas, a quem ele considera verdadeiros protagonistas do anúncio do Evangelho, e pede que especialmente as mulheres participem de cargos de decisão.

Como todo mês, a intenção é acompanhada de um vídeo preparado pela Rede Mundial de Oração do Papa. Nesta ocasião, o vídeo foi produzido em colaboração com o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida e conta com a participação de altas funcionárias do Vaticano e jornalistas do Vatican News.

“Ninguém foi batizado como padre ou bispo. Todos nós fomos batizados como leigos”, recorda o Papa no vídeo, afirmando que ”leigos e leigas são protagonistas da Igreja”. Nesta presença laical, afirma o pontífice, “deve-se sublinhar o feminino, pois as mulheres costumam ser deixadas de lado”.

Confira:

Fonte: https://arquidiocesesalvador.org.br/intencao-do-papa-para-outubro-por-mais-mulheres-em-cargos-de-decisao-na-igreja/

Papa recorda Carlo Acutis: enamorado da Eucaristia, viu nos mais fracos o rosto de Cristo

Um dia após ser beatificado em Assis, o jovem Carlo Acutis foi proposto aos jovens de hoje pelo Papa como exemplo, pois indica que a verdadeira felicidade esrá em colocar Deus em primeiro lugar e servi-lo nos irmãos.

Vatican News

Após rezar o Angelus, o Papa Francisco recordou da beatificação no sábado, 10, em Assis, do jovem Carlo Acutis, que com seu testemunho indica aos jovens de hoje que “a verdadeira felicidade se encontra colocando Deus em primeiro lugar e servindo-o nos irmãos”:

Ontem, em Assis, foi beatificado Carlo Acutis, um jovem de quinze anos, enamorado pela Eucaristia. Ele não se acomodou em uma confortável imobilidade, mas acolheu as necessidades de seu tempo, porque nos mais fracos via o rosto de Cristo. Seu testemunho indica aos jovens de hoje que a verdadeira felicidade se encontra colocando Deus em primeiro lugar e servindo-o nos irmãos, especialmente os últimos. Uma salva de palmas ao novo jovem Beato!

Memória litúrgica celebrada em 12 de outubro

No rito de beatificação durante a Missa celebrada na Basílica Superior de São Francisco em Assis, o cardeal Agostino Vallini leu a Carta Apostólica do Papa Francisco, que também estabelecia o 12 de outubro como sua memória litúrgica:

Nós, acolhendo o desejo do nosso irmão Domenico Sorrentino, arcebispo-bispo de Assis-Nocera Umbra- Gualdo Tadino, de muitos outros Irmãos no Episcopado e de muitos fiéis, depois de ter tido o parecer da Congregação para as Causas dos Santos, com Nossa Autoridade Apostólica concedemos que o Venerável Servo de Deus Carlo Acutis, leigo, que, com o entusiasmo da juventude, cultivou amizade com o Senhor Jesus, colocando a Eucaristia e o testemunho da caridade no centro da própria vida, a partir de agora seja chamado Beato e que seja celebrado todos os anos nos locais e de acordo com as regras estabelecidas pelo direito, em 12 de outubro, dia de seu nascimento ao céu.”

Biografia do novo Beato

Carlo Acutis nasceu em Londres em 3 de maio de 1991 de pais italianos – Andrea e Antonia Salzano – que estavam na cidade por motivos de trabalho. Ele foi batizado em 18 de maio na Igreja de Nossa Senhora das Dores em Londres. Em setembro de 1991, a família retornou a Milão.

Aos quatro anos, seus pais o matricularam no jardim de infância, que frequentou com grande entusiasmo. Quando chegou a hora da escolaridade obrigatória, foi matriculado no Instituto San Carlo de Milão, uma conhecida escola particular. Após três meses, foi transferido para o ensino fundamental no Instituto Tommaso das Irmãs Marcelinas, por ser mais próximo de sua casa. Em 16 de junho de 1998, ele recebeu sua Primeira Comunhão, mais cedo do que de costume, graças à permissão especial do diretor espiritual, padre Ilio Carrai e do arcebispo Pasquale Macchi. A celebração teve lugar no mosteiro das irmãs de clausura das Romitas da Ordem de Santo Ambrósio ad Nemus em Bernaga di Perego (Lecco). Ele recebeu o Sacramento da Confirmação, em 24 de maio de 2003, na igreja de Santa Maria Segreta, pelas mãos de Dom Luigi Testore, ex-secretário do Cardeal Carlo Maria Martini e o pároco de São Marcos em Milão.

Aos quatorze anos, passou para o colégio clássico do Instituto Leão XIII de Milão, dirigido pelos padres jesuítas, onde desenvolveu plenamente sua personalidade. Com um estudante de engenharia da computação passou a cuidar do site da Paróquia milanesa de Santa Maria Segreta. Não obstante seus estudos fossem particularmente exigentes, decidiu espontaneamente dedicar parte do seu tempo também à preparação das crianças para a Confirmação, ensinando o Catecismo na Paróquia de Santa Maria Segreta.

Nesse mesmo ano projetou o novo site para o voluntariado do Instituto Leão XIII,  promoveu e coordenou a realização dos spots, sempre para o voluntariado de diversas turmas no âmbito de um concurso nacional. Ele passou todo o verão de 2006 projetando o site para este projeto. Ele também organizou o site da Pontifícia Academia Cultorum Martyrum.

Pela sua afabilidade e cordial hilaridade, Carlo sempre esteve no centro das atenções dos amigos, também porque os ajudava no uso do computador e de seus programas. São muitos os atestados de reconhecimento de seus dotes informáticos e de sua total disponibilidade a serem colocadas à disposição de seus colegas de escola e qualquer pessoa que tivesse necessidade, incluindo familiares.

Uma das particularidades de Carlo é que ele amava passar a maior parte das férias em Assis, na casa da família. Ali, além de se divertir com os amigos, aprendeu a conhecer São Francisco. Com ele aprendeu o respeito pela criação e a dedicação aos mais pobres.

De fato, o exemplo do Seráfico e de Santo Antônio de Pádua na realização de atos de caridade para com os pobres era um convite ao Beato a fazer o mesmo. Envolveu-se em um concurso de caridade em favor dos necessitados, dos sem-teto, dos imigrantes, que ajudava também com o dinheiro economizado de sua mesada semanal.

O fulcro da espiritualidade de Carlos era o encontro diário com o Senhor na Eucaristia. Dizia muitas vezes: “A Eucaristia é a minha estrada para o céu!” É essa a síntese de sua espiritualidade e o centro de toda a sua existência vivida na amizade com Deus. Depois da Primeira Comunhão, Carlo começou a ir à Missa todos os dias com a permissão de seu diretor espiritual, padre Ilio Carrai. Imitando os pastorinhos de Fátima, oferecia pequenos sacrifícios por aqueles que não amam o Senhor Jesus presente na Eucaristia.

Quando, devido a compromissos escolares, não podia ir à Missa, fazia a comunhão espiritual. Realizou assim um precioso trabalho de apostolado entre os seus colegas e amigos, explicando-lhes o mistério eucarístico com o uso das histórias dos mais importantes milagres eucarísticos ocorridos ao longo dos séculos.

Como apóstolo da Eucaristia, o Beato escolheu usar seu talento de informática para projetar e criar uma exposição internacional sobre “Milagres Eucarísticos”. Trata-se de uma resenha fotográfica com descrições históricas, que apresenta alguns dos principais milagres eucarísticos (cerca de 136) ocorridos ao longo dos séculos em vários países do mundo e reconhecidos pela Igreja.

Dada a grande devoção que Carlo tinha por Nossa Senhora, ele recitava o Rosário diariamente. Ele se consagrou várias vezes a Maria para renovar seu afeto por ela e implorar seu sustento. Ele também desenhou um esquema do Rosário que depois reproduziu com o seu próprio computador. Deve ser reconhecido que os Novissimos sempre estiveram presentes na vida espiritual do Servo de Deus. Essa forte consciência da realidade da vida eterna foi causa de obstáculos por parte de alguns de seus amigos.

 

Em outubro de 2016 ele adoeceu com leucemia do tipo M3, considerada a forma mais agressiva, inicialmente confundida com gripe. Em um primeiro momento foi internado na Clínica De Marchi de Milão, mas com o agravar-se da situação, foi transferido para o hospital São Geraldo de Monza, onde há um centro especializado para o tipo de leucemia que o acometeu. Poucos dias antes de ser hospitalizado, ele ofereceu sua vida ao Senhor pelo Papa, pela Igreja e para ir direto para o céu.

Nesse hospital, um sacerdote administrou-lhe o Sacramento da Unção dos Enfermos. Algumas das enfermeiras e médicos que acompanharam Carlo naqueles momentos recordam-se dele com muito carinho. A morte cerebral ocorreu em 11 de outubro de 2006, seu coração parou de bater às 6h45 de 12 de outubro.

A notícia de sua morte se espalhou rapidamente graças a seus colegas de classe. Quando o corpo foi levado para casa, foi um fluxo contínuo de pessoas que foram para dar-lhe o último adeus. O funeral foi celebrado na Igreja de Santa Maria Segreta, em 14 de outubro de 2006. O corpo do Beato foi sepultado no túmulo da família em Ternengo (Biella). Mais tarde, em fevereiro de 2007, seus restos mortais foram transferidos para o cemitério municipal de Assis para satisfazer seu desejo de permanecer na cidade de São Francisco. Desde sua morte, sua fama de santidade e sinais só aumentou em todos os continentes.

Testemunha autêntica de Cristo em todos os ambientes em que viveu, a sua existência se destaca como farol luminoso para os jovens de hoje. Foi exemplo de valores evangélicos, anunciador de Cristo com a palavra, mas sobretudo com o testemunho de vida.

O Servo de Deus viveu inteiramente voltado para o Absoluto, para Jesus que sentia próximo e presente. Em sua breve vida,  internalizou os princípios da fé e os tornou evidentes em suas ações. Em particular, foi uma testemunha no meio escolar, ou seja, um modelo para muitos alunos das escolas.

A mensagem que Carlo transmite às novas gerações que frequentam os cursos é essencial: existe uma dimensão sobrenatural, existe outra vida além da atual, onde encontraremos nosso Salvador, aquele que nos redimiu por amor.

Para os jovens de hoje, Carlo diz que existem valores que vão além do momento presente e se projetam no futuro. Com seu testemunho, ele afirma que as modas passageiras e a mentalidade dominante no momento não são valores absolutos, mas miragens e espelhos que degradam a dignidade humana. Com seu exemplo, Carlos indica a seus colegas que não pode haver concessões ou meias medidas em relação aos princípios morais. Ele pede para estarem atentos, vigiarem, para que os interesses comerciais, sociais e políticos não reduzam o homem a um fantoche ou a um simples executor de filosofias estéreis e condenados a morrer.

Aos males do mundo, violência, guerras, conflitos até dentro das famílias, Carlo propõe abraçar a Cristo e seu Evangelho. Ele convida a olhar para Jesus, para sua misericórdia, para seu amor, para seu perdão para construir um mundo melhor. É esta a mensagem que dirige aos jovens de hoje: um mundo novo é possível se confiarmos em Cristo, se confiarmos a Ele toda a nossa existência, se nos lançarmos nos seus braços como um filho faz com o pai.

Para os desanimados, para os desiludidos pela vida, aos que sofrem, para aqueles que estão perturbados, sozinhos e abandonados, o Servo de Deus indica a Eucaristia, o Emmanuel, Deus conosco. A presença real de Jesus Cristo na Hóstia consagrada foi para Carlos uma verdade alicerçada na rocha. Era a garantia de que o homem nunca fica sozinho, mesmo quando tudo parece desabar sobre ele.

Para crianças e jovens contemporâneos Carlos diz que a Eucaristia é o remédio infalível para resolver os problemas da humanidade, porque no Tabernáculo encontramos Cristo, Aquele que se encarnou por amor e sofreu para nos salvar. O Beato ficou maravilhado com tanto amor divino pelo homem e não se acalmou antes de dar a conhecer aos outros a extrema riqueza deste amor infinito. Os dias de Carlos, portanto, se centraram em torno da Missa e, quando ele podia também fazia a Adoração Eucarística.

Justamente por essa sua capacidade de compartilhar os mistérios da fé com os outros, Carlo pode ser definido como um verdadeiro apóstolo em todos os ambientes em que viveu, que são aqueles típicos de um adolescente: família, escola, esporte, lazer, viagens jogos.

Como leigo, o Beato soube reavivar o fervor e a prática cristã também em muitas pessoas consagradas e sacerdotes. Ele foi uma testemunha autêntica da veracidade da parábola da videira e dos ramos. Na verdade, ele sempre procurou permanecer apegado à linfa vital do tronco da videira, Cristo Senhor, para dar frutos abundantes em tudo o que fazia e planejava.

Em 5 de julho de 2018, o Papa Francisco o declarou Venerável. Em 5-6 de abril de 2019, seus restos mortais foram transferidos para o Santuário do Despojamento, Igreja de Santa Maria Maior, de Assis.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-10/papa-francisco-carlo-acutis.html

REFLEXÃO DA LITURGIA 27º DOMINGO – TEMPO COMUM

Primeira leitura, Isaías 5, 1-7

A vinha do Senhor dos exércitos é a casa de Israel.

 

Salmo 78 (80) 

A vinha do Senhor é a casa de Israel.

Segunda leitura da Carta de São
Paulo aos Filipenses 4, 6-9

Praticai o que aprendestes e o Deus da paz estará convosco.

Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 21, 33-43

 

Arrendou a vinha a outros vinhateiros.

 

O gênero literário de “Parábolas” é recorrente no anúncio de Jesus e, no Evangelho deste domingo, mais uma vez ele usa o estilo de alegoria para trazer um ensinamento necessário à compreensão das exigências do “novo” que chega com sua pessoa. Se, em muitas ocasiões escutamos o Evangelho a partir da expressão “Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos…” no texto que hoje nos é proposto, assim como no domingo anterior, vemos Jesus dirigir-se aos ‘sacerdotes e anciãos do povo’ para narrar-lhes uma parábola e, assim, abrir-lhes os olhos e os ouvidos ao Reino que se faz presente.

Fechados em seus próprios critérios, os sacerdotes e fariseus posicionam-se como os legítimos destinatários da Aliança – Em Mt 23,2  referindo-se aos mesmos, Jesus afirma: ‘Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés…’ em outras palavras, eles se apropriam dos ensinamentos de outrora, já que Moisés é o maior representante da Antiga Aliança e, consequentemente da Lei, na qual estão fortemente arraigados. O Mestre faz memória de todas as possibilidades que Deus utilizou na fidelidade ao seu povo e no chamamento à resposta. Deus cerca seu povo de carinho e proteção (Sl124,2); planta a vinha, cuida, aduba, mantém regada e com terreno propício para o crescimento e a colheita generosa, farta e gratuita.

Fixemo-nos no verbo arrendar. O dono da vinha, depois de tê-la preparado, arrendou-a e viajou. Confiante nos arrendadores, o proprietário ‘viajou para o estrangeiro’, porém não esqueceu e nem se descuidou da propriedade. Daqui surge uma sequência de fatos nos versículos 34 e 35; várias tentativas, nenhum resultado satisfatório. Podemos imaginar a indignação, a impaciência do senhor da vinha e a “determinada determinação”, diria Santa Teresa de Ávila, de enviar o seu filho e como tal, herdeiro e legítimo proprietário. Pensava ele que seria acolhido e respeitado. Ledo engano. E o desfecho: o filho agarrado, espancado e morto.

Diante da pergunta sábia de Jesus, os escribas e fariseus parecem ter a resposta mais pertinente: ‘Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: ‘Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo. Evidencia uma atitude de impermeabilidade nesses ouvintes que não se sentem aludidos. É como se a pergunta de Jesus não fosse para eles. A defesa da violência parece aqui encontrar justificativa. Também nós, quantas vezes escutamos a Palavra, um ensinamento de uma aula ou um curso e pensamos: como seria bom que fulano/a estivesse aqui ouvindo. Escutamos uma homilia e pensamos que ela seria muito bem dirigida a outrem. Não para mim. Eles não se tocaram que Jesus falava de si mesmo e da rejeição que eles ofereciam para acolher a novidade que o Filho de Deus trazia. Recordemos a parábola de Lázaro e o rico (Lc 16,19-31) “eles têm Moisés e os profetas, mesmo que um morto ressuscite não acreditarão (v 31). Também no caminho de Emaús o Ressuscitado traçou o caminho das Escrituras desde Abraão, Moisés e os profetas. Quando o coração está envolvido pela cegueira não permite descobrir que o filho do vinhateiro é a Palavra e Resposta definitivas e, pela rejeição, tornou-se a pedra angular.

O tempo de pandemia que vivemos é forte apelo à interiorização da Palavra revelada em e por Jesus, o Filho do dono da Vinha. Ao mesmo tempo, iniciando o mês MISSIONÁRIO com o Tema: A vida é missão  e o  Lema: “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8) nossa Igreja nos convoca a reassumir, “em saída” o compromisso batismal, retornar às fontes da vocação cristã que é, substancialmente missionária. O tema revisita a Exortação Apostólica  Alegria do Evangelho, nº 273 para recordar-nos que a missão não é um apêndice à vida cristã. Não seremos cristãos se não formos missionários, assumindo nosso lugar na vinha e acolhendo a mensagem do Filho que nos foi enviado como anúncio e salvação de um Deus próximo de seu povo.

Ir. Lucia Sá Barreto de Freitas

Comunidade Santíssimo Sacramento

Alagoinhas/Ba

XXV MARIA JOVEM

No dia 25 de agosto, jovens de toda a Arquidiocese de Salvador participam do XXV Maria Jovem. O evento, que este ano tem como tema “Em Jesus os jovens porão sua esperança”, será realizado na Universidade Católica do Salvador – UCSAL (Campus da Federação), das 8h às 17h. A ocasião será marcada por pregação, adoração ao Santíssimo Sacramento e Celebração Eucarística. Leia Mais “XXV MARIA JOVEM”

Jornada Internacional da Juventude: não só celebração, mas também compromisso

ESCRITO POR CRB COMUNICAÇÃO LIGADO . PUBLICADO EM DESTAQUE

Por Leonardo Boff | No pensamento social e filosófico a questão da  fé não está em alta. Antes pelo contrário, a maioria dos pensadores tributários dos mestres da suspeita e filhos da modernidade, colocam a fé sob suspeita, considerada como pensamento arcaico e mítico ou como cosmovisão do povo supersticioso e falto de conhecimento, na contramão do saber científico.
Leia Mais “Jornada Internacional da Juventude: não só celebração, mas também compromisso”

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